terça-feira, 7 de maio de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Notícia científica

Aqui ficam mais quatro notícias selecionadas pelos meus alunos do 9º ano.

9ºA - A Cláudia Coelho encontrou esta notícia aqui: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/cientistas-criam-molecula-que-destroi-caries-em-menos-de-um-minuto/
"Cientistas criam molécula que destrói cáries em menos de um minuto"

"Pesquisadores da Universidade de Santiago e de Yale criaram uma molécula capaz de eliminar as bactérias causadoras de cáries em menos de um minuto. Essa mesma molécula é chamada de “Keep 32” e elimina a bactéria streptococcus mutans, um dos principais fatores do desenvolvimento das cáries. Para além disso, esta molécula impede que a bactéria da cárie volte a crescer nas horas seguintes. De acordo com os cientistas, esta molécula pode ser colocada nas pastas dos dentes, nas pastilhas elásticas e até nos doces. Por enquanto, esta descoberta está a ser testada nos EUA e começará a ser comercializado só após a aprovação do governo. Mas há um problema nesta molécula, afirmado pelo site “Dvise”, a molécula parece atuar como um antibiótico, portanto pode fazer com que a bactéria da cárie se torne resistente à molécula, causando mais danos."

9ºB - Carolina Vieira apresentou uma notícia intitulada "Nova reação química ocorreu na lua de Júpiter" que encontrou aqui: http://noticias.terra.com.br/ciencia/nova-reacao-quimica-ocorre-em-lua-de-jupiter,bd08f9d4566ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

"A lua Europa, que orbita Júpiter, pode esconder rápidas reações químicas entre água e dióxido de enxofre em temperaturas extremamente geladas. Mark Loeffler e Reggie Hudson, no Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa - a agência especial americana - descobriram que a reação forma gelo com velocidades surpreendentemente altas em temperaturas centenas de graus abaixo do normal para congelamento. 
Segundo os pesquisadores, como esta reação ocorre sem radiação, poderia surgir por toda a lua Europa uma espessa camada de gelo, o que muda o pensamento atual sobre química e geologia desta lua e, talvez, de outras pelo espaço.
"Quando pensamos sobre reações na lua Europa, sempre pensamos sobre reações realizadas com radiação", disse Loeffler. A temperatura da lua varia entre -187°C e -143°C. Nestas temperaturas, normalmente as reações químicas precisam de energia de radiação ou luz. Na lua Europa, a energia vem de partículas de radiações de Júpiter. 
"Quando observamos a superfície da lua Europa, vemos que é gelada e sólida, e normalmente você não espera que coisas muito rápidas ocorram sob estas condições", falou Hudson. "Mas com esta química que descrevemos, podemos ter camada de gelo de 10 ou 100 de espessura, e se realmente há dióxido de enxofre misturado, teremos esta reação", completou Loeffler."

9º C - O Daniel Lourenço interessou-se por "Sonda da NASA deteta gelo e compostos orgânicos em Mercúrio", e encontrou a notícia na revista SCIENCE.
"Apesar das escaldantes temperaturas diurnas, Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, tem gelo e compostos orgânicos congelados dentro de crateras que estão permanentemente à sombra, no seu Polo Norte, disseram cientistas da NASA. 
Telescópios na Terra há 20 anos reúnem indícios de gelo em Mercúrio, mas a descoberta de substâncias orgânicas foi uma surpresa, segundo pesquisadores da sonda Messenger, da Nasa, a primeira a orbitar o planeta. 
O gelo e os compostos orgânicos, que são semelhantes ao piche ou carvão, supostamente foram levados há milhões de anos por cometas e asteróides que caíram no planeta. 
"Não é algo que esperávamos ver, mas aí é claro que você percebe que meio que faz sentido, porque vemos isso em outros lugares", como os corpos gelados do Sistema Solar exterior, e nos núcleos dos cometas, disse à Reuters o cientista planetário David Paige, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Ao contrário da Sonda Curiosity, também da Nasa, que examina amostras de pedras e do solo marciano para procurar compostos orgânicos diretamente, a Messenger emite feixes de laser, conta as partículas, os raios-gama e recolhe outros dados remotamente, enquanto orbita o planeta. 
As descobertas de gelo e compostos orgânicos, com base em peças minuciosamente montadas ao longo de mais de um ano, baseiam-se em modelos de computador, experiências em laboratório e na dedução, mas não na análise direta. 
"A explicação que parece encaixar todos os dados é que se trata de material orgânico", disse o cientista-chefe da Messenger, Sean Solomon, da Universidade Columbia, em Nova York. Paige acrescentou que "não é só uma hipótese louca - ninguém conseguiu nada além que parece se encaixar melhor nas observações". 
A ideia de haver química orgânica em Mercúrio era tão remota que a Messenger foi relativamente poupada dos procedimentos de esterilização adotados para minimizar a chance de que bactérias terrestres contaminem qualquer material local com capacidade para gerar vida. A vida na Terra se baseia em compostos orgânicos, mas nem todos os compostos orgânicos - à base de carbono e oxigénio - estão necessariamente associados à vida. Os cientistas não acreditam que Mercúrio seja ou já tenha sido adequado à vida, mas a descoberta de compostos orgânicos num planeta do Sistema Solar interior pode revelar como a vida começou na Terra, e como ela pode evoluir em outros planetas fora do Sistema Solar."

Do 9ºD chega a notícia "Subida do nível da água dos oceanos" escolhida pelo Adrian Potap encontrada aqui: http://publico.pt/ciencia/noticia/nasa-alerta-que-subida-do-nivel-dos-oceanos-pode-acontecer-mais-depressa-1483855

"Os gelos da Gronelândia e da Antárctida estão a perder a sua massa a um ritmo mais acelerado, com consequências para o nível dos oceanos, alerta um novo estudo realizado a partir de observações de satélite. Esta investigação sobre as alterações na massa dos gelos polares, que já dura há 20 anos, permite concluir que o degelo que mais contribui para a subida do nível dos oceanos é o que está a acontecer nos dois pólos e não o dos glaciares das montanhas. Além disso, o aumento do nível dos oceanos poderá acontecer muito mais cedo do que aquilo que é estimado pelos modelos actuais.
Por exemplo, as observações de satélite mostram que em 2006 a Gronelândia e a Antárctida perderam, em conjunto e em média, 475 mil milhões de toneladas de gelo. Este volume seria suficiente para fazer subir o nível dos oceanos em 1,3 milímetros, em média, por ano. Todos os anos, ao longo do estudo, as duas massas de gelo árctico e antárctico perderam, no total, 36,3 mil milhões de toneladas a mais do que no ano anterior.
Em comparação, um estudo de 2006 mostra que os glaciares e as calotes de gelo das montanhas perderam 402 mil milhões de toneladas por ano, com uma aceleração do degelo em relação ao ano anterior três vezes menor do que nos pólos. 
Se as taxas do degelo nos dois pólos continuarem a este ritmo nos próximos 40 anos, a perda acumulada de gelo fará subir o nível médio dos oceanos em 15 centímetros até 2050. Além destes 15 centímetros, o degelo dos glaciares e das calotes das montanhas acrescentarão 8 centímetros, sem esquecer um acréscimo de 9 centímetros resultante da dilatação térmica das águas. No final das contas, os oceanos poderão ver o seu nível médio subir 32 centímetros até 2050. “O facto de o degelo nos pólos contribuir mais para a subida dos oceanos no futuro não é surpreendente, dado que eles contêm mais gelo que os glaciares das montanhas”, comenta Eric Rignot, investigador do Jet Propulsion Laboratory, da NASA. Aquilo que é surpreendente é que a maior contribuição desse gelo dos pólos já está a acontecer. Se as tendências atuais continuarem, os níveis do mar vão provavelmente ser significativamente mais elevados que aqueles projectados pelo IPCC [Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas] em 2007”, acrescentou."






domingo, 27 de janeiro de 2013

Cientistas desenvolvem perfume para ajudar a encontrar parceiro


Li  aqui http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=66886 no dia 23 de Janeiro de 2013 e achei interessante.

"Cientistas alemães desenvolveram um perfume para ajudar a encontrar um parceiro, cujo aroma corresponde ao odor corporal individual, divulgou hoje a revista “Proceedings of the Royal Society B”.
Segundo o líder do estudo Thomas Boehm, director do Instituto Max Planck de Imunologia e Epigenética em Friburgo, o odor corporal desempenha um papel decisivo na escolha do parceiro.
A fragrância sintética, na qual os cientistas trabalharam durante 10 anos, faz ressaltar precisamente o odor corporal.
“O estudo está na fronteira entre a imunologia e o comportamento”, disse Boehm à imprensa alemã, citado na agência noticiosa espanhola EFE.
O cientista referiu que os animais indicam através do seu odor corporal os genes imunológicos que possuem.
“O cheiro dos potenciais parceiros indica se são o complemento perfeito para os genes imunológicos próprios. Os descendentes seriam assim resistentes a um vasto grupo de agentes patogénicos”, explicou.
Os genes imunológicos e o odor ligado a eles é diferente de indivíduo para indivíduo e a escolha do parceiro através do cheiro é um ato inconsciente, sublinhou Boehm.
O cientista Manfred Milinski disse que o perfume para encontrar um parceiro está pronto para ser lançado, embora ainda não existam planos concretos para a produção em massa.
No estudo participaram também cientistas do Instituto Max Planck de Evolução Biológica em Plon, da Clínica de Otorrinolaringologia da Universidade de Dresden e da Universidade de Gotemburgo (Suécia)."

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Notícias Curiosidades selecionadas pelos alunos do 9º ano

Os alunos do 9º ano pesquisaram e selecionaram algumas notícias/curiosidades relacionadas com os conteúdos da disciplina de Ciências Físico-químicas. Os resultados serão publicados periodicamente neste blogue.
Aqui vai a primeira notícia escolhida pela Inês Oliveira, do 9ºA.


"Um grupo de investigadores do Instituto de Telecomunicações (IT) da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveu um comando de televisão que não precisa de pilhas ou baterias para funcionar.
Este projeto é um dos resultados do trabalho produzido pela academia de Aveiro quanto à transferência de energia sem fios.
Os investigadores calculam que, para manter a funcionar os telecomandos, os portugueses gastam anualmente cerca de três a quatro milhões de pilhas, que poderão deixar de ser necessário.
Embora o telecomando protótipo esteja a ser testado num televisor, a ideia é que esta tecnologia possa ser aplicada aos comandos de aparelhagens de som, de leitores de DVD, de boxes de televisão ou até mesmo de equipamentos de ar condicionado e de portas de garagens, permitindo funcionar eternamente sem necessitar de pilhas.
Os investigadores realçam que este projeto pode, assim, provocar uma «verdadeira revolução ecológica», tendo em conta que as pilhas são «altamente poluentes» em final de vida útil.
Constituído apenas por uma placa de circuitos e, para já, por quatro botões que permitem mudar de canal e regular o volume, o segredo do telecomando da UA está numa antena que tem a capacidade de converter em energia elétrica as ondas de rádio emitidas por um leitor de radiofrequências previamente instalado no televisor.
A energia captada é usada para alimentar a eletrónica do telecomando e para comunicar com o televisor.
Em testes laboratoriais, o IT tem ainda uma antena que não se limita a recolher sinais de rádio, reconvertendo-os em energia elétrica que pode ser usada imediatamente ou armazenada para uso posterior.
A antena, que na aparência não é muito diferente das que são normalmente utilizadas para captar sinais de TV, quando colocada nas proximidades de um retransmissor de rádio, consegue converter o sinal eletromagnético numa corrente elétrica contínua capaz de ligar duas lâmpadas LED (Light Emitting Diode, que significa diodo emissor de luz).
Num futuro próximo os investigadores do IT pretendem que a energia reconvertida a partir das ondas de rádio possa alimentar sensores de baixa potência com consumos reduzidos ou esporádicos."

Esta notícia foi publicada no jornal Sol a 13 de novembro de 2012



sábado, 15 de dezembro de 2012

Resposta ao problema científico do mês de novembro


Porque é que os navios flutuam apesar de pesarem toneladas?

Recordemos Arquimedes, o grande matemático da antiguidade, cujo famoso princípio determina que, quando um corpo flutua, a força de impulsão é igual ao peso da água deslocada.
Impulsão = Peso(do navio no ar) – Peso(do navio na água)
Impulsão = Peso (do volume de líquido deslocado)


Arquimedes terá chegado a esta conclusão durante o banho e diz-se que ficou tão entusiasmado com esta grande descoberta que saiu da banheira e desatou a correr nu pelas ruas da cidade, gritando “EUREKA”.
 Um barco de aço é muito pesado e previsivelmente afundar-se-ia. E se fosse apenas um pedaço de aço com o mesmo peso  afundar-se-ia sem dúvida antes que Arquimedes pudesse gritar “EUREKA”. Mas imaginemos que o barco pesa 1000 toneladas e entre lentamente na água – assim que tiver deslocado 1000 toneladas de água, irá flutuar se não estiver submerso.
Para que não se afunde o barco deve ter a forma certa. Se deitar uma tábua de madeira ao mar, ela flutua porque o ar contido entre as fibras da madeira torna a plana menos densa do que a água. Devido à sua forma, um barco contém muito ar. Portanto, se calcular a densidade média do volume de ar contido no casco e no aço verá que o barco tem uma densidade surpreendentemente pequena e que flutua. É claro que, se o barco tiver uma fenda, a densidade muda subitamente e, quando é  maior do que a da água que o rodeia, o barco afunda-se.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Problema científico - novembro 12.13

Aqui fica o 1º problema científico deste ano letivo, atividade dinamizada pelos professores de Ciências Naturais, Ciências da Natureza e Ciências Físico-químicas.
Porque é que os navios flutuam apesar de pesarem toneladas?














1ª pista .... Arquimedes explica...
Segunda pista.

A Lei de Arquimedes diz que:
"Todo o corpo mergulhado num fluido (líquido ou gás) fica sujeito a uma força vertical, dirigida de baixo para cima e cuja intensidade é igual ao valor do peso do volume de fluido deslocado pelo corpo".

e a terceira pista é...

domingo, 23 de setembro de 2012

Segurança Rodoviária


No 9º ano de escolaridade começo por abordar o movimento e os meios de transporte e nas primeiras aulas, faço questão de analisar alguns dados estatísticos sobre a sinistralidade em Portugal.
Sei que o número de acidente tem diminuído, as explicações poderão ser muitas, eu gostaria de acreditar que o civismo e o cumprimento das regras de trânsito fossem as principais. Contudo observo uma realidade ainda preocupante, o número de acidente e de vítimas continua a ser muito elevado!


A Tabela que se segue apresenta os dados estatísticos, apresentados em relatórios mensais pela Autoridade Nacional Segurança Rodoviária, desde 2003 até 2012, entre os meses de janeiro a maio.


Já agora aproveito para divulgar a campanha apresentada pela mesma entidade com a designação de "REGRESSO ÀS AULAS EM SEGURANÇA (2012)"
  • - Cartaz                                                                                                                                                                       

  • - Folheto                                                                                                                                                                     
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  • - Régua azul                                                                                                                                                               
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  • - Régua amarela                                                                                                                                                      
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  • - Jogo “Quantos queres”                                                                                                                                       
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