quarta-feira, 11 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Ciência a Brincar
Construir um circuito eléctrico
Materiais bons e maus condutores da corrente eléctrica
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Mendeleyev
Dmitri Mendeleyev
Mendeleyev (por vezes também se escreve Mendeleev ou Mendeléef), nasceu em 1934 em Tobolsk no longínquo Oeste da Sibéria numa família educada, razoavelmente próspera, e muito grande – tão grande, que a história já perdeu a noção do número de Mendeleyev que existiram: alguns dizem que havia 14 filhos, outros 17,mas todos estão de acordo em que Dmitri era o mais novo. A sorte nem sempre estava com os Mendeleyev. Dmitri era ainda pequeno quando o pai, director da escola local, ficou cego, e a mãe teve de ir trabalhar, chegando ao cargo de gerente de uma fábrica de vidro. Tudo correu bem até 1848, quando a fábrica ardeu e a família ficou na penúria. Decidida a dar uma boa educação ao seu filho mais novo, a senhora Mendeleyev foi com o Dmitri até Sampetersburgo à boleia, uma viagem de 6 000Km, onde o deixou no Instituto de Pedagogia.
Mendeleyev era um aluno aplicado, completou os seus estudos e conseguiu um lugar na universidade local. Revelou-se aí ser um químico competente mas não brilhante, sendo mais conhecido devido à sua aparência do que propriamente devido aos seus dotes no laboratório.
Em 1868, começou a especular sobre a forma como ordenar os elementos químicos. Sendo estes, naquela altura, agrupados ou pelo seu peso atómico, ou pelas propriedades comuns. A descoberta de Mendeleyev consistiu em perceber que se podiam combinar as duas coisas numa única tabela.
Mendeleyev juntou os elementos em grupos de sete distribuídos de acordo com o seus pesos atómicos e propriedades. Como as propriedades se repetiam periodicamente, a invenção recebeu o nome de tabela periódica.
Dizia-se que Mendeleyev se tinha inspirado no jogo de cartas chamado paciência (solitaire), no qual as cartas estão dispostas horizontalmente por naipes e verticalmente por números. Usando um conceito mais ou menos parecido, dispôs os elementos em linhas horizontais, a que chamou períodos, e colunas verticais a que chamou grupos.
Adaptado do livro Breve História de Quase Tudo de Bill Bryson
domingo, 20 de março de 2011
Ciência em casa
Todos nós temos um laboratório em casa... a nossa cozinha!
Vamos investigar?
Para abrir o apetite vamos fazer um bolo de chocolate em poucos minutos.
BOLO QUÍMICO
Numa caneca coloca:
4 Colheres rasas de farinha
4 Colheres rasas de açúcar
2 Colheres rasas de cacau
2 Colheres de leite
2 Colheres de óleo
1 Ovo
Mistura tudo muito bem numa caneca e coloca no microondas (potência de 600W) durante aproximadamente 6 min.
A CIÊNCIA DOS SUSPIROS
1 Clara de ovo
300 g de açúcar em pó
Balança
Tigela
Garfo
Colher
Passador ou peneira
Prato ou travessa
Papel de cozinha
Microondas
1 - Pesa o açúcar e com um passador peneira-o (1) para que não fique grânulos;
2 - Bate muito devagarinho a clara de ovo numa tigela com um garfo. Mistura as duas coisas e mexe até ficar tudo envolvido e semelhante à plasticina.
3 - Com a massa faz bolinhas com um tamanho um pouco mais pequeno do que uma noz;
4 - Coloca uma folha de papel de cozinha num prato ou numa travessa que possa ir ao microondas e põe as bolinhas bem espaçadas sobre o papel;
5 - Leva ao microndas durante cerca de um minuto. Atenção, porque se ficarem demasiado tempo, os suspiros podem ficar queimados;
6 - Observa o que acontece.
(1) Peneiração - Técnica de separação de misturas heterogéneas sólidas constituídas por partículas de tamanhos diferentes.
Explicação:
Quando bates claras em castelo, estas crescem porque introduzes ar, mas não é isso que acontece neste caso. Os suspiros leves e volumosos surgem de uma massa compacta que é aquecida. Desta vez o responsável por fazer crescer os suspiros é a água! Deves estar a pensar que não juntaste água. Foi a água da clara de ovos que, quando aqueceste a mistura dos suspiros, evaporou e fez que os suspiros crescessem assim.
( Ciência Divertida - Terradonunca, 15 de Ago.2010)
domingo, 30 de janeiro de 2011
PREAA - Programa Regional de Educação Ambiental pela Arte
Projecto BD Chuva de Nuteixo - 7ºA - Ano lectivo 2010/2011
Este é o projecto, ainda em construção, da BD que ilustra o Conto "Chuva de Nuteixo" da turma 7ºA. O objectivo final é a construção de uma BD gigante. Obrigada Florian! :-)
Este é o projecto, ainda em construção, da BD que ilustra o Conto "Chuva de Nuteixo" da turma 7ºA. O objectivo final é a construção de uma BD gigante. Obrigada Florian! :-)
Percurso - Praia do Amado
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Perguntas com respostas
Porque é que nós vemos sempre o mesmo lado da Lua?
A razão pela qual a nossa Lua mantém sempre a mesma face virada em direcção a nós deve-se ao tempo que ela demora a descrever uma órbita em torno da Terra, que é o mesmo tempo que a Lua demora a fazer uma rotação sobre o seu próprio eixo.
A Lua demora cerca de 27 dias para completar uma órbita em torno da Terra, e demora 27 dias para completar uma órbita sobre o seu próprio eixo. Portanto, no tempo que a Lua demora a dar uma volta à Terra, ela faz exactamente uma volta sobre o seu próprio eixo: isto é designado por rotação síncrona.
Porque é que os pássaros pousam nos postes de alta tensão e não apanham choque eléctrico?
Os pássaros ao pousarem nos postes formam um circuito mas é muito fraco. Como em todos os circuitos, a electricidade propaga-se pelo caminho mais fácil e, dado que o pássaro tem uma resistência muito elevada à electricidade, esta desloca-se a direito através do fio condutor e o pássaro não sofre uma descaga.
Embora a diferença de potencial entre o fio e a Terra possa ser de milhares de volt, a diferença de potencial entre as duas patas do pássaro é extremamente pequena e desde modo pouca corrente se propaga para as patas. No entanto, se conseguisse pôr uma pata no fio e outra no chão, o pássaro ficaria frito, literalmente...
Frases célebres
"Dai-me um ponto de apoio e levantarei a Terra."
Grande filósofo Grego (inventor, físico e matemático) da antiguidade. Impulsionador da Ciência moderna.
"Quem nunca errou nunca experimentou nada novo."
"
Einstein (1879-1955)
Einstein (1879-1955)Físico Alemão, uma das figuras mais marcantes e conhecidas da história ocidental.
"Há duas espécies de homens: os justos, que se julgam pecadores e os pecadores que se crêem justos."
Físico Francês, matemático e filósofo.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Calvin e a Ciência
Calvin e a máquina do tempo
Calvin e o Universo
Calvin e as experiências científicas
Calvin e a força da gravidade
Curiosidades
Química sonhada
(1829.1896)
Sabias que...
O químico alemão Friedrick August Kekulé investiu vários anos da sua vida a determinar a estrutura atómica do benzeno. Nenhuma das disposições porpostas pelos seus colegas parecia explicar as propriedades da substância. Em 1865, Kekulé viajava numa carruagem e começou a dormitar. Nos seus sonhos, viu átomos de carbono rodando numa dança; de seguida, o extremo final de uma cadeia abraçou-se ao extermo inicial e formou um anel giratório. Foi desta forma que o alemão despertou dos seus sonhos com a questão do anel benzeno completamente resolvida. Super Interessante n.º 58 - Ciência Divertida.
Contam diversos autores, de forma mais ou menos imaginativa, que um dia estava o jovem Isaac Newton deitado à sombra de uma árvore quando viu cair uma maçã. Foi nesse momento que lhe veio à mente a noção de gravidade. Ausente num estado contemplativo, o físico de Woolsthorpe pensou para com os seus botões: " Porque é que a maçã cai sempre perpendicularmente para o solo? Porque é que não o faz umas vezes para o lado e outras para cima, mas fá-lo sempre em direcção ao centro da Terra?" Estas e outras questões similares levaram-no a pensar que a mesma força que atraía os objectos para o solo era a que mantinha a Lua ligada ao nosso planeta. Deste modo, Newton formulou a lei da gravitação universal, que diz que todos os corpos se atraem com uma força proporcional ao produto das suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separa. No entanto, o físico só definiu completamente esta lei quando publicou os seus famosos Principia em 1967, vinte anos depois do episódio com a maçã. Super Interessante n.º 58 - Ciência Divertida.
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